Cabo Sérgio lamenta morte de sargento e pede mudanças nas leis brasileiras

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2003

A imprensa do Rio de Janeiro informa que aquele estado já sepultou 90 policiais este ano. No Rio Grande do Norte, esposas de policiais assassinados fincaram 12 cruzes em frente à sede do Governo, protesto alusivo ao número de policiais assassinados também este ano, no território potiguar.

Na madrugada deste domingo, 23 de julho, o sargento J. Gomes foi assassinado a tiros na cidade de Coremas (PB). Ao que tudo indica, o militar não estava de serviço no momento em que foi morto. Mas segundo as primeiras informações, o assassino do sargento seria um homem suspeito de ter cometido outros dois crimes da mesma espécie.

Esse clima de violência que faz do Brasil o país mais homicida do planeta em números absolutos despertou uma sensação de ‘revolta’ no deputado estadual Cabo Sérgio Rafael (PSL-PB).

Primeiro, por ser policial militar há 18 anos na Paraíba e saber o quanto os colegas de farda estão sofrendo no país. E em segundo plano, ter de esperar pelo Congresso Nacional para fazer as mudanças que o povo quer, exige e precisa.

“Mesmo sendo apontado como envolvido em outros dois crimes dessa natureza, esse criminoso continuava a delinquir sem que fosse dado um basta nessa sequência de crimes. Em sendo verdade as acusações dos outros delitos, quantos homens e mulheres terão que morrer para que esse tipo de pessoa possa ficar preso? Nossas polícias estão de mãos atadas, sem força para combater o crime e proporcionar a proteção que a sociedade tanto precisa e merece. Quando foi para os nossos senadores e deputados federais revogarem os direitos trabalhistas do nosso povo, em poucos dias fizeram uma nova Lei. Por que para mudar e enrijecer nosso Código Penal eles não têm o mesmo interesse?”, declarou o deputado.