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Publicada em 03/01/2016 | Autor: QAP

SEM HOMOFOBIA: É mais ‘digno’ ser gay no Chile do que policial no Brasil
SEM HOMOFOBIA: É mais ‘digno’ ser gay no Chile do que policial no Brasil

Os paraibanos dignos de revolta amargam neste domingo, 3 de janeiro, mais um policial assassinado 'em serviço'. Sargento Sandro, de João Pessoa, atendia a uma ocorrência de assalto e foi atingido por estilhaços que, a princípio, não teriam causado ferimentos graves no militar. No entanto, durante atendimento no Hospital de Traumas, Sandro sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

Somente os especialistas no assunto poderão dizer se a ação dos criminosos foi decisiva para a morte do PM. De toda forma, quem atira contra policiais não tem outra intenção, senão fazê-los ‘parar’. Vivos ou mortos.

Todos os suspeitos do confronto com Sandro foram presos. Se vierem a ser condenados, pagarão uma pena cujos cálculos enfadonhos da legislação brasileira não nos permitem dimensionar.

No Chile, por exemplo, os legisladores não perderam tempo com calculadoras. No dia 28 de outubro de 2013, a justiça daquele país condenou à prisão perpétua Patrício Ahumada (foto à direita). O crime? Matou um homem somente pelo fato de a vítima ser gay. Crime totalmente descabido e com a punição à altura.

De acordo com matéria do G1, o condenado só vai começar a pensar em pedir benefícios carcerários daqui a 20 anos (lembrando que “benefícios carcerários” não significa ‘liberdade’).

Os suspeitos da morte do sargento Sandro, mesmo sendo condenados, deixarão a cadeia muito antes dessas das duas décadas de ‘reflexão’ na cabeça de Ahumada. E daqui a algumas horas, já estarão gozando todas as regalias ofertadas a quem comete crimes (graves ou não) no Brasil.

Sem nenhum tipo de discriminação ou ‘homofobia’, é mais digno ser gay (ou padre, ou pastor, ou médico, ou gari) no Chile do que policial no Brasil.  

Veja aqui a matéria do G1.




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