Quinta-Feira, 22 de Junho de 2017

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Publicada em 16/08/2015 | Autor: QAP

“Policiais japoneses têm autorização para torturar em busca de provas”, diz brasileira
“Policiais japoneses têm autorização para torturar em busca de provas”, diz brasileira

Os policiais japoneses têm autorização para usar armas de choque, tortura e outros meios para extrair uma confissão. É o que garante o blog Japão em Foco, mantido por uma brasileira que passou alguns anos naquele país e resolveu compartilhar as ‘curiosidades’ do mundo oriental.

As revelações são tão estranhas ao nosso conhecimento que fica difícil de acreditar. Alguns interrogatórios policiais, por exemplo, duram mais de 20 dias com o interrogado confinado, sem direito a presença de um advogado. No Brasil, isso já seria o suficiente para exclusão dos policiais de seu emprego.

As pessoas presas não têm direito de sequer conversarem entre si. As visitas de familiares e advogados são bem restritas. Um quadro absolutamente oposto à forma como tratamos nossos presidiários.

Nada que não possa ficar pior. Outra ‘loucura’ japonesa diz respeito à execução de condenados (sim, lá existe pena de morte!). De acordo com o blog, a família do sentenciado não tem direito de saber quando o detento será executado. A informação só chega aos parentes do morto após a aplicação da pena capital.

Talvez seja por isso [também] que o Japão é um dos países com menor índice de violência no mundo. Claro, não queremos forçar a barra. O fenômeno da ‘violência’ é complexo e exige muitos fatores para sua explicação. Mas convenhamos: se as ‘atrocidades’ acima não funcionassem, os japoneses tinham razões para mantê-las em seu ordenamento jurídico?

Se desejar, clique aqui e veja o artigo da japa-brasileira.  




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