Segunda-Feira, 26 de Junho de 2017

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Publicada em 13/06/2015 | Autor: QAP

Paraíba: Fatos relevantes que o tempo não nos permitiu publicar...
Paraíba: Fatos relevantes que o tempo não nos permitiu publicar...

Cada vez mais, a Segurança Pública ocupa os espaços da mídia, devido à grande ocorrência de fatos (positivos e negativos), a ponto de não conseguirmos acompanhar/publicar todos os casos de maior relevância. Para agravar a situação, o editor deste site teve uma semana movimentada, sentindo-se na obrigação de prestar essas satisfações aos leitores que nos acompanham há seis anos. Versemos, portanto, sobre alguns acontecimentos que as 24 horas do dia não nos permitiram publicar em tempo hábil.

O EXEMPLO

A começar pela prisão feita pelo secretário da Administração Penitenciária, Wagner Dorta, a um agente do Serrotão, acusado de levar oito aparelhos celulares para os detentos daquela unidade. Dorta se deslocou de João Pessoa a Campina Grande para, pessoalmente, dar o ‘flagra’ no suspeito. Para quem acha que oito celulares num presídio é “crime de bagatela”, é bom pensar na possibilidade de esta não ter sido a primeira vez que a ‘encomenda’ foi levada aos presos. Bastam oito aparelhos por mês para que, num ano, os detentos tenham conseguido nada menos do que 96 telefones. Que a prisão sirva de exemplo.

DEU EXEMPLO

Ainda sobre o sistema penitenciário, parabenizar o major Sérgio Fonseca, ex-comandante do 10º Batalhão de Polícia Militar, em Campina, que agora ocupa o cargo de gerente-executivo do Sispen-PB. Major Sérgio fez história na pasta quando assumiu a direção do PB-1. Por botar ordem na casa, passou a sofrer todo tipo de perseguição por parte de alguns setores que dizem defender os direitos de pessoas com sentimentos humanitários. Sérgio deu exemplo de firmeza e retidão no cargo, ganhando assim a simpatia dos agentes. Está de volta. E agora vem ‘por cima’. Palmas para quem foi decisivo na escolha.

E SE VIRAR EXEMPLO?

No final de semana, policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Infância e a Juventude (DRCCIJ) e da Delegacia da Infância e Juventude (DIJ) de Campina Grande apreenderam três menores (12 e 14 anos) sozinhos, à noite, no Parque do Povo. Localizaram suas mães e as conduziram à delegacia. Lá, elas deram todo tipo de ‘desculpas’ para tentar justificar o abandono dos filhos. Tomaram uma bronca das delegadas Alba Tânia e Nercília Dantas e vão responder pelo fato. Agora pare e pense: se a tal sociedade civil organizada passasse a cobrar mais de outros setores a sua cota de responsabilidade, não teríamos uma cidade mais justa e segura?

MAIS UM CASO ‘EXEMPLAR’

Como dito acima, a semana foi corrida e não tivemos como publicar, com profunda tristeza, a execução do policial militar “Da Silva”, em Santa Rita (PB), na última terça-feira, 9 e junho. Pelo menos dois suspeitos do crime foram presos pela PM. Estamos a quatro dias depois do crime e ainda não vimos nenhuma nota de pesar de cunho ‘humanitário’, dirigida à família dos policial assassinado. Talvez se esses dois suspeitos tivessem sido transportados em cima de viaturas, certamente os setores supostamente ligados aos dramas da pessoa humana já teriam dado a palavra.

Que os próximos dias nos tragam bons exemplos. 




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