Sexta-Feira, 23 de Junho de 2017

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Publicada em 31/07/2016 | Autor: QAP

Os ‘sinais’ que dois áudios transmitem em meio às turbulências do Rio Grande do Norte
Os ‘sinais’ que dois áudios transmitem em meio às turbulências do Rio Grande do Norte

Em apenas dois dias, o estado do Rio Grande do Norte já registrou 45 ataques de criminosos, depois que o governo decidiu instalar um bloqueador de sinal de celular na Penitenciária Estadual de Parnamirim. Os órgãos de segurança têm reagido à onda de violência, mas a tendência é de que os incêndios, os apedrejamentos e intimidações continuem.

Dos inúmeros áudios que circulam pena internet fazendo alusões ao problema, dois deles chamam atenção. O primeiro é a revolta de um suposto cidadão potiguar, indignado com os ataques ordenados de dentro dos presídios.

O homem faz uma espécie de ‘convocação’ à sociedade, no sentido de invadir os presídios para incendiar os pavilhões com os presos dentro. É claro que a ideia é eivada de exageros. Mas não deixa de refletir o pânico que a sociedade está vivendo por causa dos ataques.

Coincidência ou não, em outro áudio – que parece ser a leitura de uma ‘carta’ escrita por uma facção criminosa do RN – os presos tentam deixar claro que “os ataques não são contra o cidadão de bem, mas contra o governo”. É como se, de algum modo, a massa carcerária sentisse certo receio de atingir o povo.

Se esse mesmo povo atentar bem, o ‘medo’ dos criminosos é real. Ora, somente o POVO, verdadeiramente revoltado, será capaz de impulsionar os setores competentes a reagir de forma enérgica contra tudo o que está posto.

Se os gestores e legisladores deste país começarem a receber fortes e contínuas pressões do POVO, o quadro muda. Leis se modificam. Recursos surgem ‘do nada’ (seja para repressão ou prevenção). E a guerra contra o crime começa a ganhar outros contornos.

As antigas e eternas reivindicações feitas pelos profissionais de segurança não surtem efeito. Historicamente, a grande mídia - com suas exceções - não dá a devida importância aos reclames de quem está na linha de frente. É o POVO quem tem de ecoar o grito pela liberdade que há tempos vem sendo subtraída.  

Levante! Grite! Compartilhe! É a sua liberdade em jogo. 




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