A Secretaria de Segurança Pública acertou em cheio quando criou a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRF) da Polícia Civil em Campina Grande. Ainda que com uma equipe pequena para o tamanho do ‘problema’ na cidade, a qualidade dos seus investigadores tem se tornado sinônimo de prejuízos para o tráfico de drogas.
Nesta quarta-feira, 13 de julho, foram mais 11 kg de maconha apreendidos. A droga estava com Aldeneide Maria de Freitas, 35 anos, e Jucilene Marreiro de Menezes, 37 anos. De acordo com as investigações, a maconha seria distribuída no bairro do José Pinheiro e no município de Soledade.
Não deu tempo nem pensar. Numa fração de segundos, as suspeitas se viram perdidas no tempo, tentando entender – em vão – como os policiais chegaram a tempo de flagrar o montante de ‘fumo’ que tomaria destino rápido, não fosse a investigação aplicada ao caso.
O êxito do trabalho com a participação de uma equipe não menos eficiente. O Grupo Tático Especial (GTE) de Esperança fez conexão direta com a DRE, contribuindo no ‘desenho’ dos caminhos seguidos por uma das suspeitas.
Para quem não lembra, o GTE de Esperança e os demais policiais (civis e militares) daquela cidade deram fim ao ‘reinado’ do famigerado Bacuri, criminoso de alta periculosidade que cometia barbáries com suas vítimas, a maioria delas agricultores indefesos da região.
É de suma importância destacar ainda que a população – a maior beneficiada com essas e outras ações policiais – também tem seus méritos em determinados casos que resultam em prisões. A apreensão destes 11 kg de maconha, por exemplo, contou com uma informação crucial, repassada à Polícia Civil por meio do 197.
Se a sociedade continuar investindo no potencial dessa ferramenta, verá o quanto a Polícia Civil (DRE, GTE e tantas outras secções) poderá fazer em prol de uma cidade/estado melhor de se viver.
Aguardem a próxima…
























